
Jadde Cooper (Clint Eastwood) é um ex-delegado que compra gado e está passando com ele num rio, é quando aparece o Cap. Wilson (Ed Begley) e seu grupo de vigilantes que enforca sem julgamento, eis que Jad é espancado roubado e linchado, mas no momento que está pendurado pela forca, é salvo pelo delegado Dave Bliss (Ben Johnson) é trancafiado no camburão, e lá é levado para a cidade de Fort Grant, depois de recuperado, Jed recebe uma nova oferta pra ser delegado federal outra vez pelo Juiz Adan Fenton (Pat Hingle) Jad vê a chance de se vingar, mas o juiz quer que ele traga-os vivos para serem julgados, não por ideal de justiça e sim para promover o um enforcamento em massa, achando que assim irá transformar a região em um estado da união, eis que Jed fica entre o dever e a vingança...
um ótimo filme com um ótimo elenco, o filme segue um ritmo mais lento, embora ficasse claro que estavam copiando o modelo do italianos, o filme também questiona a lei e a ordem e a moralidade do Juiz Fenton, em que faz de tudo para enforcar um acusado, e controlando o julgamento de forma que o resultado seja favorável que o réu seja culpado, também temos o questionamento sobre os vigilantes que agiam à sua maneira sem investigar, o filme tem um elenco bem bacana, Eastwood está muito bem como Jadded Cooper, o personagem é frio e inplacavel, mas também tem um carisma muito grande, graças ao talento de Eastwood, o ato Al Bredley está ótimo como o capitão Wilson, embora apareça pouco no filme, o personagem é sempre malvado e cruel, até gostei da trama centrar-se mais em Jed e o Juiz do que no vilão, e por falar no juiz, o ator Pat Hengle tem uma excelente atuação como o juiz Fenton, agora o único ponto fraco foi a Inger Stevens, o problema não é a atriz e sim a sua personagem que é má aproveitada no filme, tem até uma história sobre ela visitar a cadeia que ela conta para Jed na cena do Pic-Nic, fora isso a personagem só está ali pra fazer par romântico com o herói, mas até isso é mal desenvolvido, Ted Post pode até dirigir no estilo Sergio Leone, mas não achei que apelou muito pra imitação, a trilha-sonora de Dominic Frontiere é excelente, embora faça no estilo Ennio Morricone, Frontiere mostra seu estilo próprio, um ótimo filme, disíponivel em DVD pela MGM, e pode ser que o TELECINE CULT faça uma reprise.