sábado, 8 de fevereiro de 2014

ENNIO MORRICONE, BRUNO NICOLAI E... LUIZ GONZAGA?

Ennio Morricone revolucionou e deu a forma defininitiva das trilhas-sonoras de filmes de faroeste e junto com Bruno Nicolai quebrava conceitos até mesmo colocando guitarras nas músicas, vozes aos fundos parecendo uma tribo índigena entre outras coisas, acontece que dupla, acredito eu, tenha ouvido muito Luiz Gonzaga, considerado Rei Do Baião, lançou a música Nordeste Sangrento (que teve sua adaptação para o cinema em 1962, dirigida por Wilson Silva e estrelada por Paulo Goulart) 

 

eis que em em Por Um Punhado de Dólares podemos ver influência do Baião na música Quase Morto, na qual acompanha O Homem Sem Nome quando este entra em São Miguel:

 


mais tarde, na década de 70, Morricone compôs a trilha-sonora de Vamos A Matar Companheiros do Corbucci, e o Tema de Abertura q leva o título do filme, fica mais explícita essa influência:
 

pois é não foram só atores brasileiros que aturam no Spaghetti Western, mas a música também esteve presente nesta maravilhosa vertente do Western Americano

sábado, 3 de novembro de 2012

AVISO DO XERIFE: DE VOLTA DE CARA NOVA

 



Olha eu aqui de novo, vou deixar um pouco as resenhas de filmes, para escrever sobre atores, diretores,  trilhas sonora e sobre as várias faces deste gênero que é o meu preferido.

           ARTHUR ALVES EDITOR
 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

sábado, 14 de janeiro de 2012

PRIMEIRA EXPERIÊNCIA EM VÌDEO DO FAROESTE EM GERAL


http://www.youtube.com/watch?v=MV00vrjdblQ

pra início de papo, ai está minha mensagem de 2012 para vocês.




terça-feira, 27 de setembro de 2011

A GRANDE NOITE DE RINGO

Elenco: William Berger, Adriana Ambesi, George Riguard, Eduardo Fajardo, José Bódalo, Armando Calvo, Cris Huerta. Direção de Mario Maffei. Ano: 1968. A busca fácil pelo dinheiro, sempre foi um tema recorrente nos Westerns Italianos, seja em Três Homens em Conflito (1966) de Sergio Leone à Sartana (1968) de Gianfranco Parolini, o diretor Mario Maffei dirgie este, que é seu único Western na carreira de diretor, ele participou mais ativamente como assistente de direção, já o ator Willian Berger estréia em seu primeiro Western, quem geralmente o vê como coadjuvante de luxo, tem a oportunidade de ve-lo como astro principal no filme resenhado em questão.

no prológo do filme, 4 assaltantes com lenços nos rostos, param uma diligência e pedem para que os passageiros fiquem de ceroulas, depois procuram na carruagem supostamente o dinheiro do banco de Silver City, mas num pequeno comp artimento, tiram um velhino de lá, que está com 200 mil dólares no terno, os bandidos rasgam a sua roupa e pegam o produto do roubo, o juiz da cidade está preocupado com a situação dos assaltos , mas consegue prender um suspeito, e depois prendem Jack Balman (Willian Berger) outro suposto suspeito, mas ele não sabe do roubo, mas o seu colega sabe demais, então Jack lhe faz uma proposta: ele foge e vai a noite até a cidade de Tombstone, onde os mandantes do roubo são gente importante da cidade, em associação ao bandido Black Norton, Rigo foge da prisão e parte para Tombstone, mas além de enfrentar os mandantes do assalto, Jack terá que voltar para a cadeia de Silver City novamente, antes do amanhecer, agora Jack terá que correr contra o tempo para pegar os 200.000 dólares roubados.

A Grande Noite de Ringo pode parecer aqueles Spaghetti Westerns feitos durante o período, com um anti-herói ambicioso enfrentando vilões piores do que ele por uma fortuna em dinheiro, mas a trama vai acabar surpreendendo o espectador, o filme já inova com a fotografia noturna, e apesar do filme seguir um ritmo rápido e cheio de ação, o filme tem uma certa tensão que lembra os filmes Noir, pois tem quase todos os elementos da vertente, a mulher-fatal, o bode espiatório, e vilões corruptos fazem parte da trama, uma pena o diretor Mario Maffei não ter dirigido mais faroestes, pois mostra uma boa direção, principalente nas cenas de ação do filme, a música de Carlo Rustichelli também faz uma ótima trilha-sonora, mas o forte é o elenco, William Berger está ótimo na pele de do pistoleiro Jack, áinda temos a participação de Eduarrdo Fajardo, na pele do prefito de Tombstone, já José Bó dalo faz uma participação gratuita como o xerife, e Armando Calvo também tem uma ótima participaçã o, mas protagoniza cenas de humor que não combinam com o tom do enredo, e vamos combinar que o título do filme é uma propagandda enganosa, afinal não chamam o mocinho nunca de rIngo, mas sempre de Jack ou forasteiro , mas fora esses pequenos problemas o filme é muito bom e com um final criativo e difernte, não vou contar o que é, disponível em DVD pela Ocean Pictures.















segunda-feira, 29 de agosto de 2011

DUELO DOS HOMENS SEM LEI a.k.a DUELO NO TEXAS

Elenco Richard Harrison, Giacomo-Rossi Stewart, Mikaela, Sara Lezana, Daniel Martín, Barta Barri. Direção de Ricardo Blasco. Ano 1963. No começo dos anos 60, ainda seguindo os moldes dos Westerns Americanos, os italianos começavam a realizar Euro Westerns, filmes como L´a Strada Per Fort Alamo (1963) de Mario Caiano e Bufallo Bill, O Herói do Oeste (1963) de Mario Costa chegavam aos cinemas, isso graças a série Winnetou e foi um grande sucesso, nesse meio tempo surge Duelo Dos Homens sem Lei, dirgido por Ricardo Blasco, que parece já antecipar o que viria a ser a vertente do Spaghetti Western com Por Um Punhado de Dólares, até então o Cinema Popular Italiano explorava mais os pepluns (as aventuras estilo sandalia e espada)

Os dois irmãos Lisa (Sara Lezana) e Manuel Martinez (Dabiel Martín) vão a cidade, enquanto Lisa faz as compras , Manuel se esbalda no Saloon da cidade, e numa mesa de poquêr os encrenqueiros irmãos Wilson, derrubam sempre que passam por eles, eis que manuel para se amostrar, resolve apostar u m saquinho de ouro que seu pai te deu, o mexicano vence a partida, mas um dos Wilson procura briga com ele, eis que a dona do local intervem e colo ca Manuel em seu quarto, no dia seguinte o jovem rapaz volta para o seu rancho, e seu velho pai é morto por três bandidos e roubam os sacos de ouro que estavam num alçapão no chão, Manuel persegue os assaltantes mas acaba ferido, eis que no México, o filho adotivo do velho assassinado, Ricardo 'Gringo ' Martinez (Harrison) está fugindo para viver em paz com a sua familía, mas ao chegar em casa encontra o seu pai morto e o irmão ferido, agora Ricardo terá que descobrir os culpados e se vingar deles.

Duelo Dos Homens sem Leis parece ser uma antecipação do que viria ser o Spaghetti Western, ao começar pelo seu protagonista rebelde e amoral e que atende pelo apelido de Gringo o filme segue uma linha policial, pois três mexicanos misteriosos poderia ser qualquer um da cidadezinha em que se passa o filme, mas o roteiro tem suas falhas, eis que numa cena um mexicano, interpretado em participação especial por Aldo Sambrell, tenta matar Gringo com um rifle, só que a arma reflete a luz do sol, o nosso herói finge que não viu nada, seu adversário atira, e Gringo cai, finjindo ser atingido, quando o bandido chega perto, ele o enche de chumbo, mas o mocinho poderia deixa-lo vivo e simplesmente interroga-lo para descobrir alguma coisa, mas fora isso é um ótimo filme, o elenco é ótimo, Richard Harrison esbanja carisma na pele de Gringo, já a cantora Miakela tem uma presença marcante, e soltando a voz numa cena (corrigam-me se eu estiver errado ) já o Giacomo-Rossi não tem um bom despenho como o Xerife Lance, atuação bem inexpressiva, já Daniel Martín, também divide o carisma com Harrison, já a Sara Lezana, parece estar ali só pra fazer par romântico com o astro principal, elemento bem gratuito na trama, já Ennio Morricone já mostrava aqui o seu talento como compositor e da uma amostra do que viria a seguir, a direção de Ricardo Blasco é ótima, e tem mão segura na hora de dirgir as cenas de ação, disponível em DVD.